Criminalizado! Futuro do FUNK debatido em audiência.

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Criminalizado! Futuro do FUNK debatido em audiência.


FOTO: HOHN (reprodução) 

Qualquer cidadão pode enviar ideias de novas leis por meio do portal e-Cidadania; se conseguir o apoio de mais 20 mil pessoas no prazo de 120 dias, sua ideia é encaminhada para que os senadores a discutam. É o caso da Sugestão Legislativa 17/2017, que pede a proibição do funk. A Comissão de Legislação Participativa agora deve ouvir o autor da sugestão, além de estudiosos e artistas da área.

Saiba mais: http://bit.ly/2rWEWwb

Qual a sua opinião sobre essa sugestão? Vote: http://bit.ly/SUG17-2017

Veja o requerimento da audiência: http://bit.ly/2rFFPtN

Você também quer enviar sua ideia de lei? Acesse: http://www12.senado.leg.br/ecidadania

[A imagem do post contém apenas o seguinte texto: 
Sugestão popular pede a proibição do funk

Apresentada por um internauta por meio do portal e-Cidadania e apoiada por outras 20 mil pessoas, sugestão legislativa solicita a classificação do funk como crime. A Comissão de Legislação Participativa vai discutir o assunto.

Qual a sua opinião?]

Leia a matéria:
 

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) aprovou nesta quarta-feira (21) o requerimento de audiência pública para debater a criminalização do funk. A proposta que transforma o estilo musical em crime está na Sugestão Legislativa (SUG) 17/2017, idealizada pelo cidadão Marcelo Alonso.

Segundo a proposta, os chamados bailes de "pancadões" estimulam a prática de crimes contra crianças e adolescentes, promovendo o uso, venda e consumo de álcool e drogas, bem como o agenciamento, orgia e exploração sexual.

Na CDH, a matéria vai ser relatada pelo senador Romário (PSB-RJ), que solicitou a audiência pública para discutir a questão. Romário quer trazer para o debate no Senado o autor da proposta, compositores e cantores de funk, além de antropólogos que estudam o gênero musical. Entre os artistas listados pelo senador para opinar sobre o assunto estão Anitta, Nego do Borel e Valesca Popozuda — expoentes do estilo musical.

Para Romário, é preciso avaliar em que medida os crimes ocorridos durante ou após os bailes podem ser coibidos pelo Estado, sem que seja necessária uma medida tão drástica como transformar o funk em crime.

— Como carioca nato e eterno funkeiro, faço questão de defender essa bandeira — disse o senador.

Para virar projeto de lei, a sugestão ainda precisa ser aprovada na CDH. Até a tarde desta quarta-feira (21), mais de 8 mil internautas haviam opinado sobre a proposição, que recebeu 85% de votos favoráveis.

Qualquer brasileiro pode apresentar ideias legislativas para modificar ou criar novas leis. Se em um período de 4 meses essas ideias receberem mais de 20 mil apoios são encaminhadas para a CDH e são formalizadas. A sugestão de Marcelo Alonso teve quase 22 mil apoios.

A comissão ainda vai divulgar a data para realização da audiência.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

FONTE - TEXTO: http://www12.senado.leg.br